16 de dezembro de 2011

BE e as Novas Tecnologias


Utilização do slideshare - partilha de conteúdos de CFQ do 8º ano sobre a Luz.

Cfq luz

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BE e as novas tecnologias

Potencialidades do Glogster EDU

Glogster EDU é uma ferramenta que permite criar posters apelativos e interativos de uma forma simples e rápida que integram informação em forma de texto, imagens, áudio, vídeos, desenhos, gráficos, animações e dados. Esta ferramenta ajuda a implementar projetos colaborativos na escola, criando um ambiente digital seguro e divertido para os alunos poderem inovar, partilhar e desenvolver a sua criatividade, utilizando a tecnologia.
Glogster EDU oferece dois tipos de contas gratuitas: para estudantes e para professores. Na conta do professor pode-se registar vários estudantes (até um limite máximo de 100). O professor pode criar projetos, atribuir trabalhos de casa, construir as suas apresentações e usar no quadro interativo da sala de aula. O professor consegue, através da sua conta, visualizar o trabalho dos alunos, moderar comentários, enviar e receber mensagens, apagar as passwords dos alunos, etc.. Os usernames dos alunos são geradas pelo próprio Glogster.
A conta do estudante permite ao aluno criar portefólios e partilhar com os restantes colegas, procurar informação, etc. criando um ambiente propício à construção do conhecimento. Utilizando esta ferramenta, o aluno desenvolve competências tecnológicas e facilita o seu processo de aprendizagem.
Ambientalmente tem a vantagem de não se destruírem mais árvores pois deixa-se de gastar papel na elaboração de cartazes monótonos. Inclusivamente propõem a plantação de uma árvore no Haiti em nome de quem aderir à versão paga EDU Premium. 

9 de dezembro de 2011




BE e as Novas Tecnologias

Utilização do Photostory e publicação no Youtube - partilha da história Orelhas de borboleta.


Orelhas de borboleta
escrito por Luisa Aguilar e ilustrado por André Neves  


                                            video



                                

2 de dezembro de 2011

Partilha de histórias


O Cuquedo
escrito por Clara Cunha e ilustrado por Paulo Galindro





30 de novembro de 2011


BE e as novas tecnologias

A BE e os seus desafios


Com o aparecimento da Internet e a interatividade, surge um novo modelo de comunicação, com cidadãos ativos e intervenientes, que interagem diretamente com a fonte de informação e que são eles próprios fontes de informação. Esta capacidade de interatividade em rede conduziu a uma outra condicionante importante: o pensamento em rede. Este modelo de pensamento segue o caminho de uma teia, determinada não pela fonte da informação mas pelo utilizador que com ela interage.
Esta nova forma de pensar na Sociedade de Informação vem alterar profundamente a educação e a formação como refere Lévy (2001): “O saber-fluxo, o saber-transação de conhecimento, as novas tecnologias da inteligência individual e coletiva estão a modificar profundamente os dados do problema da educação e da formação.”
A adopção das tecnologias que promovem a interatividade contribui para a mudança do processo ensino-aprendizagem. Criam-se novos contextos de ensino/aprendizagem que promovem uma prática pedagógica interativa, potenciam uma nova competência comunicacional na sala de aula e fora e propõem novos desafios para os intervenientes do processo. O professor desvincula-se do papel passivo, de transmissão/replicação de conhecimentos, e passa a assumir um papel mais ativo que promove e modera a aprendizagem colaborativa “… no sentido de abrir caminhos ao conhecimento, visando preparar o educando para o confronto com novos problemas, exercitar a ousadia da curiosidade e incentivar o espírito criativo e critico das crianças e jovens.” (Tedesco, 2006 citado por Furtado, 2009). O aluno adquire mais autonomia e sentido crítico e detém o controlo sobre a sua aprendizagem num contexto coletivo e colaborativo.
As ferramentas da Web 2.0 e a recente Web Semântica vêm facilitar a autonomia do aluno exigida para gerir a sua própria aprendizagem, a qual tem lugar em diferentes contextos e tempos decorrendo de forma formal e informal ao longo da vida. Torna-se evidente que a integração das tecnologias “colaborativas” no cenário educativo tem como consequência uma profunda revisão das funções exercidas pelos professores e alunos.
Nesta mudança de paradigma na Educação, a Biblioteca é obrigada a considerar o utilizador de informação não um mero espetador mas também “autor, editor, organizador e classificador de informação” (Furtado, 2009). Deixa de haver uma relação num sentido unidirecional (da biblioteca para o utilizador) e passa a ser pluridirecional, em que o utilizador participa na construção dos conteúdos e interage com diferentes utilizadores.
Miller (2005, citado por Furtado, 2009) defende que a Biblioteca 2.0 para além de se centrar no utilizador deve proporcionar uma experiência multimédia e deve ser socialmente rica e comunitariamente inovadora. Hernandez (2008, citado por Furtado, 2009) considera que o uso de ferramentas da web social estimula eficazmente a leitura, escrita e investigação.
Atualmente, a maior parte das nossas bibliotecas escolares proporcionam um serviço estático quando disponibilizam o catálogo on-line mas poderiam promover um serviço dinâmico com recomendações de livros consoante o utilizador (Maness, 2007).
A utilização de blogs já é uma prática corrente nas bibliotecas escolares. Permite colocar catálogos, vídeos, podcasts e serviços de biblioteca dentro da Web 2.0 e proporciona a produção rápida de publicações. Carecem, na maior parte das vezes, de serviços mais interativos e centrados no utilizador.
O uso dos wikis é outra solução rápida que as bibliotecas esdolares devem futuramente adotar. Podem ser criados wikis sobre vários temas que serão sujeitos à avaliação de outros utilizadores. Neste sentido, a promoção de um maior contato com os produtores de informação, proporcionará aos outros utilizadores a vontade de tornarem-se os próprios produtores de informação. Maness (2007) sugere a utilização de wikis para a criação de uma sala de grupo de estudo on-line que dinamizará uma maior interação entre o professor bibliotecário e os utilizadores.
O uso de mensagens instantâneas integradas nos chat será outra forma de promover a interação entre utilizadores e professores bibliotecários. De acordo com Maness (2007) quando o utilizador procurar um livro no catálogo on-line pode aparecer uma mensagem instantânea síncrona a oferecer ajuda.
Transformar a biblioteca numa rede social será sem dúvida o investimento maior que o professor bibliotecário deve concretizar nos tempos atuais. As redes sociais para além de serem usadas pela maioria dos jovens, permitem que os utilizadores interajam mais com os professores bibliotecários, partilhem, colaborem e criem laços com os outros utilizadores. Maness (2007) referencia a rede social Library Thing que permite que utilizadores recomendem livros a outros utilizadores ao visualizarem as coleções uns dos outros.

Referências
Furtado, C.C. (2009) Bibliotecas escolares e web 2.0: revisão da literatura sobre Brasil e Portugal, Em questão, Porto Alegre, v.15, n. 2, p.135-150
Lévy, P. (2001). A educação e a Cibercultura. Retirado de http://my.opera.com/andrehb/blog/show.dml/140842
Maness, J. (2007). Library 2.0 theory: Web 2.0 and its implications for libraries. Retirado de http://www.webology.ir/2006/v3n2/a25.html

3 de novembro de 2011

Partilha de histórias


E se um livro fosse mágico?
E se todos os livros fossem mágicos?
Parte comigo à descoberta da magia que existe em todos os livros, neste "meu livro" que é teu.
Boa Viagem!

Partilho "O Meu Livro" escrito por Pedro Reisinho e ilustrado por Raquel Pinheiro, sobre a experiência da leitura.


(Livro recomendado pelo PNL para o 1º ano de escolaridade destinado a leitura orientada na sala de aula - Grau de Dificuldade I.)